Puerpério e as Dificuldades no Início da Maternidade

Oie, Gente!!!

Eu sei que não parece muito tempo, mas seis meses como mãe já nos faz ver a maternidade de uma maneira completamente diferente.

Eu sou mãe de primeira vigem. Quando soube que estava grávida li muito sobre tudo! Gravidez, maternidade, o que fazer e não fazer, apetrechos e produtos novos no mercado e, claro, bebês. Eu jurava que realmente estava preparada para ser mãe. É claro que eu também sabia que só sendo mãe para entender o que é ser mãe, mas acreditava que estava o mais preparada possível.

E daí a Bia nasceu. Leia Mais…

Começou a nascer o primeiro dentinho, e agora?

Um momento muito esperado pelos pais é a erupção dos primeiros dentinhos de leite do bebê. A família pergunta, todos querem olhar e ver quem será o primeiro a achar o “tesouro” na boquinha do bebê.

Os primeiros dentinhos a aparecer normalmente são os incisivos inferiores os quais surgem na cavidade oral entre 4 e 10 meses de vida. Junto com os dentinhos, podem surgir alguns sintomas como aumento da salivação, coceira gengival, febre, irritação, choro, inapetência, diarréia e sono conturbado. Devemos lembrar que este período coincide com o período de introdução de outros alimentos, onde há maturação das glângulas salivares.

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A amamentação é um ato de amor

O nascimento de um filho promove em nós mulheres um incremento de ansiedades profundas relacionadas aos poderes que a maternidade agora nos conferiu. O poder de gerar uma vida e o nascer como a inauguração de um outro ser humano que chega do nosso ventre e que da mãe depende inteiramente.

Apesar de o bebê ter passado cerca de nove meses dentro da barriga da mãe, alimentando-se do que ela se alimentava, respirando através dela, sentindo o fluxo de sangue correndo mais rápido nos momentos em que ela esteve mais agitada, sentindo os momentos em que ela se aborreceu ou os momentos em que ela se sentiu contente, após o parto, mãe e recém-nascido estão prontos a unirem-se mutuamente pelos laços de amor e precisarão primeiro conhecerem um ao outro, para depois de chegarem a essa compreensão mútua, passar a confiar um no outro e entender-se reciprocamente. Mesmo com todos os recursos de informação e de conhecimento que a mãe pode acessar com facilidade, a forma como cada dupla mãe e bebê vai atravessar por essas experiências é muito singular e dependerá não apenas equilíbrio psíquico da mãe, mas também das intervenções dos que os rodeiam. Leia Mais…

Termômetro Mágico: como medir a febre sem stress

Oie Gente!

Eu sou da época do termômetro de mercúrio. Aquele que era de vidro e tinha que ficar com o braço fechado bem apertado contra o corpo por um tempinho para descobrir se estava com febre. Era esse o termômetro que a minha mãe usava em mim quando eu era criança. Imagino que não era nada fácil medir a minha febre já que eu nunca estava parada, ainda mais doente.

Depois veio o termômetro digital, que eu adorei porque não era mais de vidro e tinha o visor eletrônico. Mas ele também tinha que ficar embaixo do braço. Logo, o problema continuava para as mães que precisavam medir a febre das crianças.

Quando engravidei comecei a pesquisar o que tinha de novidade no mercado de termômetros. Já tinha ouvido falar de um termômetro a laser que precisa colocar dentro da orelha da pessoa e o resultado era na hora. Apesar de acreditar que ele funcione perfeitamente fiquei com um pouco de medo de machucar o ouvido da Bia sem querer.

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Conversando com o Bebê na Barriga: fortalecendo o vínculo e estimulando o desenvolvimento

Oie Gente!

Como toda mãe de primeira viagem, quando descobri que estava grávida comecei a buscar sites e aplicativos que me falassem um pouco mais da minha filha. Um dos sites que encontrei me mandava e-mails todas as semanas me contando novidades sobre o desenvolvimento da minha filha na barriga. Enviava informações sobre que tamanho ela estava, quais órgãos estavam se formando e muito mais.

Logo no começo recebi um e-mail dizendo que ela já podia me ouvir! E que eu já deveria começar a falar com ela. Para ser sincera no começo tive as minhas dúvidas de que era verdade, mas comecei a conversar com ela mesmo assim. O que foi mais surpreendente do que entender que ela realmente podia me ouvir foi perceber como me fazia sentir bem conversar com ela.

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